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Archive for novembro \30\UTC 2012

A gente escuta de pequeno, como a vida “é”.
Escuta de gente otimista, de gente amargurada…
O importante é ser feliz, os homens não prestam, seja honesto, acredite, tenha fé;
A gente cresce criando dentro da cabeça um desenho do que então é viver.
As pessoas são boas, tem gente má, amigos e traíras, família e Deus.
Parente é pior que dor de dente, você ainda vai se iludir e desiludir,
Não ande em más companhias, nao beba, nao fume, não use drogas, nao minta.

E nisso tudo tem uma coisa que acabamos criando, e que vai nos acompanhar pra sempre…. a EXPECTATIVA.
Claro. Óbvio… a gente tem muito o que viver e não temos ideia de como será.
Então criamos essa ideia, que permeia nossa alma, nossos anseios, nossos sonhos e os mais íntimos desejos.
Esperamos um amor que de frio na barriga todos os dias da vida. Um emprego que nos realize e nos faça ricos (rs). Filhos perfeitos e sem doença, desobediência ou nariz tortinho.

E a vida vem, e meio que destrambelhados com com uma destreza (acho essa palavra preconceituosa, to no meu direito de canhota, posso? rs) linda, a  gente vai trilhando o caminho do “estou aprendendo a viver”…
Até que um dia, depois de muitas frustrações e decepções e lições e tombos e enfim, você sabe, alguém fala algo que te parece ser o descobrimento da pólvora: “o segredo da vida é não criar expectativas… aí você não se frustra, bebe!”

Não sei pra você, mas pra mim isso caiu como uma bomba do descobrimento, do amadurecimento, do “ai nao sou mais criança, nao crio expectativas”…
Passei a aplicar isso na minha vida. E sabe que era legal? Eu não criava expectativas e isso realmente diminuiu muito o número de frustrações, decepções e outras “ões” que já vivi.
Mas ontem a vida me ensinou algo que olha, sei não, mas mudou algo dentro de mim.
Não tinha expectativa nenhuma. Já sei exatamente como são as coisas e naquela filosofia de “eu escolhi, é assim, então eu aguento e bora lá”, não esperei nada. Absolutamente nada.
E mesmo assim, me frustrei. Aquela frustração pura. Conhece? Aquela que não tem muleta, nao tem escudo, nao tem nada disso. Ela veio e lágrimas desceram no meu rosto. Peraí?? Não foi assim que eu aprendi, meu deus. Como assim??

Meu cérebro borbulha nessas horas, dias, meses… em que eu percebo que o que eu acreditava nao era exatamente aquela verdade absoluta na minha vida. E eu sou homem o bastante pra bater no peito e admitir que pensei errado, e mudar o que preciso mudar (fui cínica na palavra “homem”, pq confesso que até hj nao conheci “homem” nenhum que realmente admita erros, mas ok, continuemos).

Mané não criar expectativas!
Por que não?
Por que eu nao posso esperar algo incrível e lindo quando eu chegar em casa? Qdo eu acordar de manhã? Nem esperar uma notícia boa, um trabalho maravilhoso, um sorriso que eu queria, um brinquedo, um natal??
Essa vida de não se esperar nada dos outros ou de mim mesma nao vale muito nao… por quê? Porque expectativas e frustrações fazem parte, assim como felicidade e lágrimas, amor e desilusão, e olha, nem sempre essas palavras estarão relacionadas uma com a outra. Se eu me frustro sem criar expectativas eu posso fazer o contrário também, e nessa gangorra da vida, entre lágrimas e feridas, entre sucessos e fracassos, ao menos eu esperei. Eu quis. Eu desejei.

Pois decidi que mereço esperar. Crer. Desejar. Mereço criar todas as expectativas que quiser, e preciso ter sabedoria para administrá-las. E se algo me frustra tanto, talvez esteja na hora de repensar, se é isso que eu preciso ter na minha vida. Certo?  Chega de nao esperar. Vou tanto esperar, quanto correr atrás. e talvez, tentar nao frustrar pessoas que e esperam coisas de mim e em mim… e ver o que dá!

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… que eu aprendi a lidar com  tanta coisa, que hoje sou a maior manipuladora de mim mesma…
mesmo no meio de uma tristeza imensa ou de uma esperança renovadora, eu sei o que sinto, o que tenho, o que estou deixando de fazer e aquilo que preciso mudar.
Mesmo no meio de um furacão, de uma briga ou de muita paz, eu consigo observar e ver o que realmente acontece… e posteriormente decidir o que fazer com aquilo.
Mesmo que pareça que eu esqueci, rs, não se engane, tudo, absolutamente tudo está devidamente processado, filtrado e arquivado dentro de mim, e creia, que mesmo que imperceptivelmente, já tomei decisões sobre cada coisinha, e talvez nao agora, mas um dia, poderei falar que “foi por isso, isso e mais aquilo outro”.

Creia que não sou toda coração, porque a acidez que a vida me fez tomar (de “guti-guti”) me fez ser intensa e fria, de acordo com a circunstancia, e nao nessa mesma ordem…
E por fim, aprendi que independente disso tudo, disso tudo mesmo, eu não admito perder a leveza da minha alma e o sorriso ferrado do meu rosto…

Rs, e nao esqueça, por fim, que o sorriso do meu rosto ou a leveza da minha alma tenha algo a ver contigo. Tem não. É  total e completamente comigo. E só comigo.

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Foi tudo pela internet, sem nenhum tipo de foto antes da encomenda feita… eu adorei o jeito dela, e ela adorou meu trabalho… e no fim, descobri que era um casal lindo e que o casamento foi um espetáculo!
Depois de um tempinho, ela (Laura fofa, obrigada pela confiança, visse?) me mandou um e-mail com fotos do casamento e me autorizou postá-las aqui no Blog.. enfim, olha como vale a pena ver um trabalho teu dessa forma:

Decoração linda….

Noivos lindos! (Que a vida seja generosa com vocês e que vocês tenham muita paz, muita paciência e muito amor, viu? Desejo de coração!)

E eles dois com o livro de assinaturas!!

Obrigada, Laura!

Beijos,

Van

 

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Então que a vida vai indo, e rápida demais pra mim… Para o tanto de ideias (insisto sempre em colocar acento, rs) e tudo o que eu tenho pra fazer, passa é rápido demais…
Enfim, no meio disso tudo, esperando ansiosa por 2013 (porque eu sempre tenho a sensação de que o próximo ano será melhor, sei que é da minha cabeça pq neh?) e enquanto isso, vou colocando coisinhas aqui que já fiz para o natal…

 

Então, esse é um “vaso” que serve como cachepô e eu aproveitei e enchi com as minhas  flores preferidas da vida… rs
Depois, é só tirar as  flores e usar como um cachepô normal… legal né?

Esse vaso eu revesti com papel, e minha mãe tratou de colocar uns enfeites dentro… é fácil de tirar porque estão soltos…

 

E a guirlanda “rápida, simples e fácil” que fiz com minhas meninas queridas…

Abraços,

Van

 

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