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Posts Tagged ‘pensamentos da van’

E eu não poderia deixar acabar o ano sem registrar minha gratidão!
2015 foi um ano incrível, intenso, mágico! Em 2015 eu pude pegar meus sonhos com as mãos. Pude ver que valeu cada lágrima, cada dificuldade, toda insistência e dedicação. Valeu o trabalho, a correria, a entrega.
2015 foi um ano de parcerias: A Kelly Oliveira, artesã incrível e pessoa das mais íntegras que já conheci, me fez reaprender a confiar e acreditar que é possível compartilhar sonhos e trabalhar com seriedade e doçura, junto.
A Adriana também está aqui, com um talento lindo e uma alma jovem e cativante. Mostra a cada dia o quanto vale a determinação e a amizade. O atelier está completo, e eu, sinceramente, não me imagino mais sem essas duas peças, fundamentais.
E mais… ainda tivemos a Toke e Crie por aqui, com a Taninha Talevi nos presenteando com projetos lindos!
Tivemos a Dani do Quintal Scrapbook, uma amiga querida que tem o dom mais perfeito nas mãos… foram 2 aulas, mais que especiais, que valeram tanto tanto….
E além de tudo isso, passaram por aqui pessoas muito especiais… alunas, clientes, amigas. Pessoas que amamos conhecer, conversar, atender. Algumas alunas voltaram depois de muito tempo, outras não me deixam nunca, anos e anos por aqui… e elas se encontraram, se amaram e acabaram formando uma turma muito especial… nossos encontros semanais preencheram o ano de uma forma única. Muitos projetos, muita conversa, muita vida compartilhada, muito amor, amizade e recorte.
Então, só posso agradecer. No ano em que eu vivi a maternidade de novo, com toda a loucura e amor envolvidos, tive o prazer de começar a colher os frutos de tanto trabalho. Sou imensamente grata a cada um que fez parte disso. Amo demais o que eu faço, o que eu vivo e o que eu sonho!20155
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2015 foi um ano incrível, que testou meus limites, me levou à exaustão e me fez crescer absurdamente muito. A vida foi leve comigo, e finalmente me mostrou que, um dia, a gente começa a colher os frutos de tanto trabalho e dedicação, e uma gratidão imensa faz tudo ganhar sentido!
 
Em 2014 a vida me mostrou e me ensinou muito! Aprendi a não sonhar sonhos dos outros e entendi que existem pessoas que não pensam como eu e não enxergam o quanto vale uma parceria…Sofri, me decepcionei, me vi sozinha e sem chão. Terminei o ano com sonhos destruídos.

E 2015 me surpreendeu de um jeito incrível: Encontrei parceiras de verdade, que carregam a mesma essência que eu, o valor da palavra e o peso de se sonhar junto.

E, se fosse só isso, já teria sido um ano e tanto… mas 2015 foi além. O atelier cresceu, conheci muita gente nova e querida, tive alunas fiéis e incríveis, que viraram parceiras fundamentais… comecei a colher pequenos frutos que plantei com muito trabalho e amor!

Trabalhei como nunca, e vivi a experiência mais intensa da minha vida: Amanda. Pari, sofri, fui à exaustão, é verdade… mas pude aprender que o amor mais intenso de todos se multiplica, se intensifica e enche a alma!

Enfim , 2015 foi inesquecível.

Vou parar, descansar. Com uma gratidão profunda por tudo que eu já vivi, por chegar até aqui. Descansar com a certeza que a vida pode sim me chamar pra dançar…

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E mais um de 2011…. 

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É engraçado como os caminhos se constroem.
Alguns passos nossos, vários passos da própria vida.
Algumas escolhas próprias. Algumas.
Mudanças óbvias. Algumas.
E trilhamos assim: sorrindo e chorando,
dobrando esquinas, tentando seguir.

Admiro mais o sorriso leve do que a lágrima doída.
Me acostumei com o céu  cinza das minhas tempestades
Acostumei de tal forma,
que o cinza já me atrai como belo
e as chuvas que antes temia,
nem mais as percebo.
As gotas geladas que insistem em cair
tornam-se verão na minha inquietude,
Nem sinto, tanto faz.

E no auge da angústia,
da saudade, do grito dentro de mim,
do arrependimento que rasga a alma,
da acidez que intrínseca se faz viva,
me resta a luta.
Resta a luta pra os que são lutadores
Resta o sonho para os
que vivem seus amores
O alento do que se quer.

Resta o amor que explode em minhas mãos,
que segura, que faz seguir.
Prefiro a guerra que vivo, em busca da paz,
prefiro a angustia de uma alma de verdade
Pois só em meio às lutas, encontro o impossível
Só gritando meu amor, entendo meu motivo

Só caminhando contra a multidão,
reconheço a hipocrisia,
e fujo como que num desespero involuntário
de tudo que não seja verdadeiro.
Porque quando se experimenta a verdade
Quando se vive o amor,
quando se luta pelo azul do céu,
aí se entende quanto vale um sorriso.
Sorriso guerreiro. Sorriso de vida.

Van Lima

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Eu tenho mania de escrever, tenho a petulância de achar que posso, e tenho a necessidade de derramar minha alma assim, em linhas e palavras….
Em 2011, tanto tempo já, e essas letras saltam diante de mim, como que num grito que a vida repete, como se fosse pra ser exatamente assim!

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Quando eu penso em circunstâncias, em experiências, na vida.. sempre me vem à mente José Ortega Y Gasset… o autor da frase título do post, um espanhol que eu gosto muito de ler.

Ele fala que não sao as circunstâncias que decidem a nossa vida. E eu concordo plenamente, totalmente, rs. Se fossem as circunstâncias, confesso que não estaria aqui agora, e muito menos estaria com esse sorriso que não sai do meu rosto. Meu sorriso, minha vida, minha alegria e meu bom humor são o que eu chamo de “acircunstancial”, rs.

Ortega y Garret diz assim:

A nossa vida, como repertório de possibilidades, é magnífica, exuberante, superior a todas as históricamente conhecidas. Mas assim como o seu formato é maior, transbordou todos os caminhos, princípios, normas e ideais legados pela tradição. É mais vida que todas as vidas, e por isso mesmo mais problemática. Não pode orientar-se no pretérito. Tem de inventar o seu próprio destino.”

Dá pra entender porque eu curto demais esse filósofo né? Eu me identifico demais com isso. Minha vida é um enredo… nao, nao de escola de samba nao, é de novela das oito. As coisas vao acontecendo, e eu vou me adaptando às circunstâncias, mas sempre, sempre de uma forma que fico acima delas.
Viver de acordo com o que te acontece é fatal. É triste. É deprimente. Ainda mais em meio ao problemas que enfrentamos hoje em dia… A vida corrida, a falta de dinheiro, as traições, as mentiras, os tropeços… viver em função disso dá rugas, rs.

E eu tenho poucas…. rs. poucas rugas. Rugas do tempo em que eu vivi em função do que me cercava. O bom é que a gente aprende. Nossas experiências (jeito bonitinho de falar “nossos erros”) nos ensinam e nos moldam. O bom é vc conseguir chegar aos 30, sendo “acircunstancial”.
Ah, e né? Viver acima das circunstâncias nao significa que eu não choro, nao vivo,nao amo, nao odeio. Sim. Tudo isso, e olha, de forma bem, bem, bem intensa. Sou exatamente o que Martha Medeiros fala em “Pedaços de Mim”. A diferença é que apesar da intensidade da vida e de eu sentir muito tudo o que me cerca, eu nao vivo em função disso. Estou aqui “toda ferrada”, com problemas imensos pra resolver, e resolvi escrever esse texto porque eu me surpreendi cantando, rindo e feliz, apesar de todos os pesares….

Abraços

Van

 

 

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Desabafo, alma, eu! De 2012!!

A vida é breve, é rasteira, é rapida…
Ela te testa cada vez que você diz que “não aguenta mais”, ou que “está no limite”… e ela te ensina a sorrir quando você finalmente percebe que o essencial está no simples, no pequeno… quando você entende que aquilo que existe de mais rico é exatamente o que não tem preço.

A vida te ferra, mas ao mesmo tempo, te mostra que quando você é verdadeiro, amigos e oportunidades aparecem no momento exato, por mais que tua impaciência te faça excomungar gerações e gerações.

A vida te mostra que o amor está onde você não imagina, e que o verdadeiro amor além de ser raro, é pesado, é profundo e é leve ao mesmo tempo. É um amor que suporta, que perdoa, que releva e que deixa a vida mais intensa, em todos os sentidos.

E com o tempo, você vai aprendendo, de leve ou com “bordoadas”, essas coisas… E isso te faz crescer de um jeito “indizível”, que só você consegue sentir quando se olha no espelho e vê as marcas da vida no seu rosto e no seu coração… quando você deita a noite e sente o alívio e a vitória de mais um dia vencido. Quando você, do nada, sente a maozinha de uma criança, pela qual você vive, te acariciando o rosto.

E enfim, você chega a conclusão de que nao sabe é de nada, e que precisa estar sorrindo e em pé para aquilo que a vida, com a brisa do mar ou a tormenta do deserto, ainda vai te ensinar…

 

Van Lima

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Artigo de 2013, publicado no portal VRNews.… mais um que não estava registrado por aqui….

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O scrapbook, de forma geral, tem como “foco” a confecção de álbuns e trabalhos diversos que, de forma única, pessoal e artesanal, guarde momentos, sentimentos, lugares e memórias. E para isso, contamos com uma infinidade de itens: fotos, tickets, bilhetes, embalagens, etc, não é? E temos algo importantíssimo, que chamamos de “journaling”. “Journaling é a forma de registrarmos, através de títulos, textos, notas, poemas, etc, o que a foto e o trabalho querem dizer.

Eu, particularmente, defendo muito esse “ponto”, a expressão escrita, de qualquer forma que seja. Entendo que ao escrevermos, deixamos nossos sentimentos, nossa alma, nosso coração ali, nos papéis. E isso nos libera, nos deixa mais leves e nos ensina de diversas maneiras. E o scrapbook é um ótimo exercício de expressão! Por que exercício? Porque a grande maioria das pessoas tem uma dificuldade enorme de expressar sentimentos através da escrita. Ou mesmo de contar histórias, relatar momentos, etc. Essa dificuldade existe por muitos motivos, e entre eles, a falta de incentivo, de vontade e de perceber os benefícios que podemos ter.

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Garanto que vale a pena tentar! E minha sugestão é experimentar. Começando com uma música, um poema, uma citação. Relatar algum momento da infância, sem se preocupar com “beleza gramatical”, apenas passando a memória para o papel. E aos poucos escrever se torna fundamental, necessário. E é muito gratificante ver e ler a liberdade que adquirimos e a leveza que ganhamos através das letras.

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 Fazia tempo que eu não “passeava” pelo blog… E quanta coisa tem por aqui, né? Textos, artigos, desabafos, muita história!
Me perdi relendo textos, cada um deles… e tem tanta coisa registrada que eu mesma já nem lembrava mais…  foi tão bom ter trazido de volta à memória tudo que já passou por aqui, que resolvi postar novamente algumas publicações, desde artigos à desabafos, pra compartilhar com vocês a história desse cantinho!! 
Esse artigo foi publicado no Portal VRNews, ainda em 2013… a coluna foi um desafio pra mim, e um dos textos publicados foi esse: 

 

 

Aí lá no começo de 2005, quando eu ainda trabalhava como agente de viagens, minha diretora retornou de uma viagem para Orlando toda animada, me chamou em sua sala e disse: “Van, eu conheci um negócio que é a sua cara, olha isso!” E me mostrou um kit com um álbum, folhas, adesivos, recortes e letras para ser montado! Eu me encantei, e morri de curiosidade e de vontade de saber o que, afinal, era aquilo!
Pesquisei, procurei, perguntei. Fui atrás. Eram pouquíssimos sites brasileiros falando sobre o assunto, me lembro apenas de alguns fóruns e páginas internacionais. De lá pra cá já vi e conheci muita coisa. Já comprei material que nunca usei, errei e acertei, já adaptei e tentei muita coisa!! Em pouco tempo o scrap se tornou profissão, me fez descobrir dons, vocação, prazer. Falo muito sobre a arte, adoro dar dicas, mostrar, apresentar, dar aulas e tornar o scrap mais conhecido por aqui.E, como boa “faladeira” que sou, quero registrar aqui algumas dicas e pontos que acho importantes pra quem quer conhecer o scrap, ou mesmo que conhece, mas quer aprender mais!!

– Pesquise, procure inspiração e informações!
São tantos sites e blogs. Tantos vídeos e textos, que fica até difícil a gente escolher o que ler primeiro! Mas aos poucos, um artigo aqui, um blog com dicas ali, vamos nos familiarizando com os termos, conhecendo as ferramentas e nos inspirando!

– Faça um curso, assim que possível!
Você pode até pensar que, com tanta informação na internet, curso presencial é quase desnecessário. Não é não. Fazer um curso, ter contato com as ferramentas e informações básicas, conversar, trocar informações é fundamental! Ainda mais com uma arte tão abrangente e com uma infinidade de opções e ofertas por aí! Sem contar que é muito especial esse processo de descoberta, de novidade, de aprendizado. Eu adoro e sempre que posso, viro aluna.

– Comece com o material básico!
Base de corte, tesoura, régua de metal, estilete, fita dupla face, fita banana, cola acid free. Sempre digo que começar investindo no material básico evita compras por impulso e arrependimentos (rs)! São tantos furadores, flores, fitas, cortadores, carimbos, carimbeiras e enfim.. tanta coisa, que a gente se perde e tem vontade de comprar o mundo todo. Calma! Não precisa. Com o tempo, com os cursos, e conforme você for aprendendo coisas novas, adquira as ferramentas que precisa e deseja!

Foto: Divulgação.
– Exercite sua criatividade!
Entrar na internet e ver os Layouts e trabalhos de scrappers conhecidas é inspirador, mas pode ser frustrante também. Tenha calma e paciência com você mesma(o). Nossa criatividade precisa ser exercitada, de forma livre e leve, sem pressão. Não exija excelência, cuide com a auto-crítica, permita-se errar e acertar. As scrappers inspiradoras que nos encantam, praticam o scrapbooking à bastante tempo, e levam horas (e quem sabe dias?) na criação de obras de arte que impressionam! Então, nao se fruste, se permita.– Revele suas fotos, escreva suas histórias, registre suas memórias!
O número de fotos que tiramos aumentou enormemente. Mas ficam todas ali, guardadas em pastas e pendrives. O scrap traz esse “resgate” do tempo em que as fotos eram parte importantíssima em nossas casas, em nossas mãos, em nossas memórias. Quando escrevíamos atrás, relatando cada momento, não era assim? Pois revele, tenha fotos em mãos e use-as! E claro, escreva. Como eu disse na coluna anterior, escrever é a base para a criatividade. É tão importante quanto os papéis, fotos e cores. Faz parte, é intrínseco. Exercite, relate, registre. Coloque no papel tuas emoções. E de novo, obviamente, não se frustre com as dificuldades iniciais. É tudo questão de treino. E vale a pena!

Foto: Divulgação.
– E enfim, experimente ser livre!
E aqui o resumo do que eu entendo como scrapbook. Liberdade. Liberdade de expressar, de escolher minhas cores, de recortar meus papéis. Liberdade de chorar quando eu tiver vontade, e de rir também. Liberdade de esquecer meus problemas enquanto “distresso” um papel. De ter meu tempo, meu mundo particular. Liberdade de conhecer pessoas com a mesma paixão, de aprender, reaprender e me encantar. De terminar uma página ou um álbum e me sentir orgulhosíssima(o) com o que eu fiz. Liberdade de ser única(o) e produzir uma arte única e minha, eternizando o que julgo ser inesquecível!! 

Bom scrap!

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