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Archive for julho \30\UTC 2013

“Bora” esvaziar a pasta “postar no blog”, aos poucos, que seja, mas sem deixar o tempo passar assim (ainda preciso entender essa rapidez desaforada, mas enfim), tãão rápido!
Tenho minhas flores preferidas, e selecionei as de alguns livros de assinatura feitos nos últimos meses…

 

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Beijos,

Van Lima

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Eu com o blog posso ser comparada àquele marido que promete, promete, promete e né? Não cumpre. Rs. Eu sempre digo que vou enfim atualizar esse cantinho do jeito que eu sempre quis, e a vida sempre acaba me atropelando de um jeito que quando eu paro e vejo: OI??? É Agosto mesmo, produção?? É quase fim de ano de novo?? Mas o ano nem começou…

Mas ok, vamos lá!

Em maio, dei alguns passos (daqueles grandes que a gente dá nos momentos mais especiais das nossas vidas) e não consegui, até agora, compartilhar isso aqui…

163500_542313882474384_1959833313_n (Espaço Confortável, 04 de maio)

428472_542313255807780_609695414_n (1) Parceiras, amigas, almas. Rayminiee Monteiro e Janice Lima. e Eu

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“Pano e Papel” foi-se embora, já não era mais “pano” fazia muito tempo, e me incomodava a zona de “confortinho” (conforto só no nome, diga-se de passagem, rs) que eu estava!! Aí parceiras apareceram, oportunidades imperdíveis, e muita, muita vontade…
E o nome pra um novo atelier??
Difícil né?

Mas….

O céu sempre é mais azul pra quem, quase sempre,  navega em meio à tempestades
O sorriso é sempre mais contagiante pra quem sabe o gosto das lágrimas
A saudade é sempre mais doída pra quem ama
A luta é sempre mais intensa pra quem é apaixonado pela vida
O silêncio vale tão mais para as almas inquietas
E o grito entoa sempre uma canção nova, longe de qualquer contexto
As circunstâncias abalam, mas ensinam que a vida segue, independente do meu choro
E aquilo que já por tantas vezes desceu com um gosto amargo pela garganta
E os tropeços e erros
E tudo que doeu um dia,
Se transforma num presente
Num aprendizado,
Num jeito novo de caminhar
De transformar o tropeço em passos,
o choro em riso, o ruim em bom e… amargo, em doce.
Doce que talvez não esteja visível aos olhos, mas que a alma sente.
Doce que se sonha
Doce que se ri
Doce que se quer. Que se deseja, que se faz viver a cada dia.
É a vontade do simples
O refúgio do peito
O alento das lágrimas.
O simples da vida. Doce assim.
Não porque é, mas porque eu quero que seja.

E essa ternura, em meio à  acidez balzaquiana que já me é intrínseca, virou um objetivo.
E assim, com mais gente junto e de mão dada, que sabe quão incrível é o azul do céu, o Pano virou Doce,
pra que a gente lembre que as dificuldades ficam pequenas, apesar de grandes, e a gente segue caminhando, e rindo.

E assim nasceu o…

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Enfim,

Van

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